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O PRAZER DE OBEDECER

Por: Fabio Soares

Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios.

Obediência Atrativa

Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios. [...] Antes, o seu prazer está na lei do Senhor, e na Sua lei medita de dia e de noite. Salmos 1:1-2.

É essencial que cada súdito do reino de Deus seja obediente à Sua lei, a fim de que Sua infinita glória possa ter um estabelecimento perfeito. Os professos seguidores de Cristo são testados nesta vida para ver se irão ou não ser obedientes a Deus. A obediência resultará em felicidade e assegurará a recompensa da vida eterna. A falha de Adão em um ponto resultou em terríveis consequências e o pecado cresceu em proporção tão vasta que não pode ser medido.

Mas em meio à rebelião e apostasia, em meio aos que foram desleais, impenitentes e obstinados, Deus se volta para os que O amam e guardam os Seus mandamentos, e diz: “Eu amo os que Me amam”. (Provérbios 8:17), e lhes farei herdar riquezas. “Tomarei vingança contra os Meus adversários e retribuirei aos que Me odeiam”. Deuteronômio 32:41. Cristo viveu de acordo com os princípios morais do governo de Deus, e cumpriu as especificações da lei divina. Ele representou a beneficência da lei em Sua vida humana. O fato de a lei ser santa, justa e boa deve ser testemunhado a todas as nações, línguas, e povos, para mundos não caídos, para os anjos, serafins e querubins.

Os princípios da lei de Deus foram manifestados no caráter de Jesus Cristo, e aquele que coopera com Cristo, tornando-se participante da natureza divina, desenvolverá um caráter divino e se tornará um exemplo da lei divina. Cristo no coração levará toda a pessoa — corpo, mente e espírito — em servidão para obediência de justiça. Os verdadeiros seguidores de Cristo estarão em conformidade com a mente, vontade e caráter de Deus, e os grandes princípios da lei serão demonstrados na humanidade. [...] Satanás declarara que Deus nada conhecia de abnegação, misericórdia e amor, mas que era severo, exigente e irreconciliável. Ele jamais experimentou o amor perdoador de Deus, pois nunca demonstrou genuíno arrependimento. Sua representação de Deus foi incorreta; ele foi uma testemunha falsa, um acusador de Cristo, e um acusador de todo aquele que abandona o jugo satânico, e retorna para obedecer de boa vontade ao Deus do Céu.

— The Review and Herald, 9 de Março de 1897. —