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OBEDIÊNCIA ATRATIVA

Por: Fabio Soares

Não Devemos Colocar de lado a Grande lei moral de Deus .

Obediência Atrativa

Eis que, hoje, eu ponho diante de vós a bênção e a maldição: a bênção, quando cumprirdes os mandamentos do Senhor, vosso Deus, que hoje vos ordeno; a maldição, se não cumprirdes os mandamentos do Senhor, vosso Deus, mas vos desviardes do caminho que hoje vos ordeno. Deuteronômio 11:26-28.

Homens e mulheres não devem ousar colocar de lado a grande lei moral de Deus e erigir uma lei de acordo com seu próprio julgamento finito. É porque medem a si mesmos pelos outros e vivem de acordo com suas próprias normas, que a iniqüidade cresce e o amor de muitos se esfria. A lei de Deus é desprezada, por causa disso muitos tomam a liberdade de transgredi-la, e mesmo aqueles que têm a luz da verdade estão vacilantes em sua lealdade à lei de Deus. Será que a corrente do mal que está se formando para a perdição os levará? Ou lutarão eles, com coragem e fidelidade, contra a corrente e manterão a lealdade a Deus em meio ao mal prevalecente? [...] Aqueles que professam servir a Deus devem fazer a obra de aliviar o oprimido. Devem produzir o fruto da árvore boa.

Aqueles que são verdadeiramente de Cristo não trarão opressão ao lar ou à igreja. Pais que estão seguindo ao Senhor ensinarão diligentemente a seus filhos os estatutos e mandamentos do Senhor; mas não o farão de modo que o serviço de Deus se torne repulsivo aos filhos. Onde os pais amam a Deus com todo o coração, a verdade como retratada por Jesus será praticada e ensinada no lar. [...] Devemos examinar cuidadosamente a nós mesmos. [...] Temos que suplicar a Deus por visão espiritual, para que possamos discernir nossos erros e entender nossos defeitos de caráter. Se temos sido críticos e condenadores, cheios de censura, falando sobre dúvida e trevas, temos um trabalho de arrependimento e reforma a fazer. Devemos andar na luz, falando palavras que trarão paz e felicidade. Jesus deve habitar no coração. E onde Ele está, em lugar de trevas, queixumes e lamentações, haverá a fragrância de caráter.

— The Review and Herald, 12 de Junho de 1894. —>